Uma das metas mais ambiciosas do PNE determina que, até 2020, seja erradicado o analfabetismo absoluto e reduzido em 50% o analfabetismo funcional — em que a pessoa consegue ler, mas não compreende o texto.
O plano também pretende oferecer o mínimo de 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional, nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
O governo quer elevar a qualidade da educação superior ampliando para pelo menos 75% o percentual de professores com mestrado e doutorado. Do total, 35% deverão ser doutores.
Haverá incentivo para o aumento gradual no número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
União, estados, Distrito Federal e municípios deverão colaborar para que todos os professores da educação básica tenham formação específica de nível superior.
Outro objetivo é o de formar 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação lato sensu e stricto sensu e garantir a todos formação continuada na área de atuação deles.
Entre outras ações para valorizar o magistério, o PNE asegura a existência de planos de carreira para os profissionais em todos os sistemas de ensino.
O prazo para elaboração é de até dois anos.
Gestão democrática
Outra meta prevista no Plano Nacional de Educação 2011—2020 é a garantia, mediante lei específica a ser aprovada pelos estados, Distrito Federal e municípios, da nomeação de diretores de escola vinculada a dois fatores: critérios técnicos de mérito e desempenho e participação da comunidade escolar.

Vamos acreditar num Brasil melhor.
ResponderExcluirTodos por um projeto: Analfabetismo ZERO
ResponderExcluirÉ terrível pensar que no Brasil temos muitas pessoas que ainda não foram alfabetizadas.
ResponderExcluir