Sem uma profissão, fica difícil obter um bom emprego - esta frase é válida no mundo inteiro. Em países em desenvolvimento aumenta o número de pessoas que dependem do trabalho assalariado subordinado aos estatutos trabalhistas. O motivo é muito claro: a agricultura não fornece o suficiente para o sustento. Por este motivo, a Kindernothilfe tem o interesse em apoiar o ensino profissionalizante para crianças e jovens.
Deve-se introduzir a educação profissional no ensino fundamental?
Uma grande parcela de jovens freqüenta a escola por aproximadamente 6 anos. Em todo o mundo, cerca 64 % das crianças dão continuidade aos estudos. Em regiões mais pobres do planeta, menos de uma em cada três crianças atinge este índice. Vale ressaltar que para muitas dessas crianças a ida à escola é a única possibilidade de acesso à educação, ao aprendizado e ao ensino.
No sistema de ensino de muitos países, a educação profissional já tem sido inserida como disciplina do ensino fundamental. Desde cedo, a formação profissionalizante deve fazer parte da grade curricular das escolas. Na prática, a realidade acaba sendo outra, há escassez de professores, de recursos financeiros e de material escolar adequado.


Será um grande avanço na educação a inserção de disciplinas com caráter profissionalizante.
ResponderExcluirConcordo com a Mirelly Viana, com isso os alunos estarão mais preparos aos diversos obstáculos do mercado de trabalho.
ResponderExcluirNo Brasil, se houver a inserção do ensino profissionalizante no ensino fundamental, essa ação poderá refletir diretamente em outros problemas sociais, tais como a diminuição dos desempregados e qualificação profissional precoce. Isso nos faz crer que quando são criados bons projetos, muitos problemas são resolvidos direta e indiretamente.
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