segunda-feira, 7 de maio de 2012

QUOTAS OU COTAS RACIAIS

Este artigo apresenta e discute dados referentes à aplicação de
um questionário voltado para variáveis de classificação racial e
opinião sobre a política de cotas para negros em uma amostra de
476 alunos do último ano do Ensino Médio da rede pública de
um município periférico da região metropolitana do Rio de Janeiro.

Buscamos compreender os elementos que informam as classificações
de cor ou raça, bem como o posicionamento que esses alunos
tomavam frente à política de cotas que poderia beneficiá-los no
acesso a uma universidade pública.

Deve-se ressaltar que os alunos
entrevistados estariam em breve frente à possibilidade de disputar
uma vaga no Ensino Superior em um vestibular com cotas raciais
numa universidade pública que mantém um campus no próprio
município onde estudam e residem.

Essa problemática e esse tipo
de investigação nos parecem fundamentais na atualidade, pois
as cotas para negros que vêm sendo implantadas desde 2003
em várias instituições de Ensino Superior têm sofrido críticas e
atravessado controvérsias jurídicas também por conta das formas
de classificação propostas.

Na pesquisa realizada, foi possível avançar na discussão de como
as opções de classificação racial até o momento utilizadas nessas
políticas se relacionam com os formatos de auto-identificação e
de identificação do outro, comumente presentes no cotidiano
das escolas pesquisadas, bem como verificar como a idéia de
cota racial é avaliada pelos seus possíveis beneficiários.



MICHELLE CAROLINE, MARCIA DOS SANTOS, ANE MARRE








Finalmente essa palhaçada de cotas para negros em faculdades públicas acabaram!
Digo palhaçada, pois se o objetivo é diminuir o preconceito e a discriminação racial, as cotas desempenhava

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