Este trabalho tem como objetivo apresentar um ensaio acerca da experiência em curso do Instituto Nacional de Surdos (INES), na implantação do Instituto Superior Bilíngue de Educação (ISBE). O diálogo com Hannah Arendt e a concepção de política como espaço da liberdade consubstanciam esta reflexão. Inicialmente, o recente contexto educacional dos surdos, com a aprovação do Decreto n.º 5.626/2005, que regulamenta a Lei n.º 10.436/2002, que oficializa a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), é colocado em cena. Em seguida, traçam-se os elementos constitutivos básicos da recente construção da experiência de ensino superior bilíngue no INES/ISBE, com o curso de Pedagogia e os principais entraves a sua implantação. À guisa de reflexões finais, pretende-se indicar o sentido da política inclusiva no contexto de uma Política Cultural Bilíngue, enquanto abertura histórica de sentido possa representar um ensaio à liberdade.
Palavras-chave: ensino superior bilíngüe; políticas linguísticas; inclusão; Educação Especialhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-65382009000100003

A inserção das pessoas com alguma deficiência é essencial para a interação social dela. Fazendo assim, com que ela se torne um cidadão ativo.
ResponderExcluirAcredito que a LIBRAS, deveria ser cada vez mais exigida e necessária, assim como acontece com a língua extrangeira.
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